Saltitando com as Palavras, como o próprio significado da palavra SALTITAR — divagar de um para outro assunto — foi idealizado para expressar e partilhar as pequenas coisas boas, e menos boas da vida, tais como: emoções, dificuldades, desafios, conquistas, alegrias, enfim, pulular este espaço com todo o tipo de informação para o bem-estar e lazer.

Fazer o que gosta ou aprender a gostar do que faz?

Desde pequenino o ser humano é incentivado a buscar o que gosta, já que especialistas dizem que uma das maiores fontes de infelicidade está em não fazer o que se gosta de fazer.

Assim, fazer o que se gosta parece ser fundamental para o sucesso pessoal e profissional.

Segundo estudiosos, descobre-se a real vocação através do que se gosta de brincar na infância. Em outras palavras, a ideia é que na infância brinca-se mais com o que realmente se gosta e, quem sabe, essa seja a razão pela qual muitos sabem do que realmente não gostam  e, isso é quase tudo o que sabem, já que não sabem do que realmente gostam

Na verdade, essa busca que muitas vezes dura uma vida toda para fazer somente o que se gosta, pode ser comparado à procura “do parceiro ideal”,  que tanto pode trazer realização quanto frustração. Entretanto, temos que entender e aceitar que ninguém é igual a ninguém, tanto que a capacidade de produzir e receber conhecimento diferencia totalmente  um do outro.

Em qualquer livraria, categoria auto-ajuda, é fácil encontrar  uma variedade de livros que abordam, entre outros temas, questões relacionadas à fórmula do sucesso, assinadas pelos “gurus do sucesso”. O mesmo acontece na internet através de sites com textos ou apresentações de Power point motivacional,  abordando temas como: “Sucesso é trabalhar ou fazer aquilo de que você mais gosta”.   

É claro que é tudo de bom fazer apenas o que se gosta, ou seja, conciliar o trabalho com aquilo que espontaneamente se gosta de fazer.  Porém, no dia a dia, a vida nos ensina que nem sempre é possível trabalhar no que se gosta, daí a necessidade de se aprender a gostar do que se faz.  Na realidade, não importa qual seja a tarefa ou o trabalho, primeiro goste do que está fazendo para, um dia, fazer o que gosta.

O importante é procurar satisfação na dedicação e no comprometimento com aquilo que se faz, já que as habilidades do ser humano não são estáticas e, portanto, podem ser desenvolvidas naqueles que optam por fazer com precisão, disposição e qualidade tudo que lhe cai nas mãos.

Para refletir, confira a charge abaixo que abre um leque para inúmeras interpretações, entretanto, vale ressaltar que, no aspecto a que se propõe,  é notável!